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Santo André de Almoçageme
Projecto de recuperação e valorização da villa romana de Santo André de Almoçageme (Colares)

Em Santo André de Almoçageme localiza-se a villa mais ocidental do Império romano. As escavações da década de 1980 puseram a descoberto várias salas de pavimentos decorados com mosaicos policromos, e permitiram datar a ocupação do local entre o século II d.C. e o século VI d.C., situação atestada pelo vasto espólio aqui recolhido, entre ele uma grande quantidade de cerâmicas finas de importação da Gália, do Norte de África e também do Mediterrâneo Oriental.


Desde 2007 a equipa do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas tem vindo a desenvolver novos trabalhos na villa de Santo André de Almoçageme, no âmbito de um projecto de valorização e futura musealização deste sítio arqueológico, na sequência das escavações realizados anteriormente.


As referências mais antigas sobre a existência de vestígios arqueológicos em Santo André de Almoçageme remontam ao Século XVII, mas foi apenas em 1905 – quando foi transformado em estrada o antigo caminho para o Rodízio - que ali foi reconhecida a existência de ruínas e mosaicos romanos, cuja importância desde logo motivou a intervenção dos arqueólogos do então Museu Etnológico Português (actual Museu Nacional de Arqueologia).


As primeiras escavações modernas decorreram na década de 1980 e revelaram grande parte da planta da casa senhorial – pars urbana –, na qual se destaca a existência de várias salas com pavimentos de mosaico policromo, que se desenvolvem a Norte do peristilo; aliás, tal conjunto de mosaicos revelou-se, até hoje, o de maior importância e amplitude até agora descoberto em todo o Distrito de Lisboa. Nos anos de 1980 foi ainda escavada uma área da pars rustica da villa, destinada à produção de cerâmica, onde numa fase tardia, e após o abandono do forno e das estruturas anexas, foram inumadas pelo menos duas crianças recém-nascidas.


Os trabalhos realizados desde 2007 integram um plano de valorização do local e deverão centrar-se, numa primeira fase, na recuperação e restauro dos pavimentos musivos.



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